18/10/2019 às 23h18min - Atualizada em 18/10/2019 às 23h18min

“Nova linha de crédito dará fôlego nas atividades agrícolas capixabas”, declara Evair de Melo

A modalidade consiste na composição de dívidas decorrentes de operações de crédito rural de custeio e de investimento contratadas até 28/12/2017, incluindo aquelas prorrogadas com o aval da CMN.

Por Redação
Divulgação/Câmara dos Deputados
Nesta terça-feira (15), foi autorizado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) o lançamento de uma nova linha de crédito para produtores rurais e cooperativas agrícolas que tiveram complicações decorrentes de problemas climáticos e comercialização de seus produtos. A modalidade consiste na composição de dívidas decorrentes de operações de crédito rural de custeio e de investimento contratadas até 28/12/2017, incluindo aquelas prorrogadas com o aval da CMN.

De acordo com o órgão do Ministério da Economia, a nova linha de crédito tem como objetivo alongar os prazos de reembolso dos financiamentos dos beneficiários. Presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e Vice-Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o Deputado Federal Evair de Melo (PP) relembrou da crise hídrica enfrentada pela agricultura do Espírito Santo entre 2014 e 2017, a pior da história do estado.

“Esta nova linha de crédito vem para dar um fôlego nas atividades agrícolas em todo o Brasil, em especial ao rural capixaba, que sente até hoje os efeitos daquela seca. Tivemos perdas de produção, de 30 a 100%, em todas as culturas agropecuárias, as dívidas acumuladas são enormes e falta de recursos para investimento e custeio em suas atividades, a maior parte em cultura permanente. Não queremos perdão, nem anistia, apenas honrar nossos compromissos e respirar aliviado, levando alimentos às mesas dos capixabas e brasileiros e gerando oportunidades”, declarou Evair.

De acordo com o CMN, as principais condições para o acesso à linha de crédito são:

I – beneficiários: produtores rurais e suas cooperativas de produção
II - limite de crédito por beneficiário: R$ 3 milhões;
III - encargos financeiros ao tomador: taxa efetiva de juros de 8% a.a.;
IV - prazo de reembolso: até 12 anos, incluídos até 36 meses de carência;
V - prazos:
a) até 30/04/2020: manifestação formal do mutuário;
b) até 30/06/2020: formalização da instituição financeira.
VI - volume de recursos: até R$ 1 bilhão.

Com informações do Ministério da Economia
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